sábado, 29 de maio de 2010

Vídeo: Tecnologia para a vida ou a vida pela tecnologia.

Encontrei este vídeo e pensei em compartilhá-lo com vocês. O vídeo nos leva a analisar o outro lado das tecnologias que por vezes esquecemos por estar meio que vislumbrados com as novas tecnologias. O vídeo não tem áudio o que por si só já chama a atenção e é legendado. Assistam, é curtinho.

domingo, 16 de maio de 2010

Obrigada Odete

Oi Odete, desculpe mas deletei a tua mensagem que enviaste referente a foto da turma. Na tentativa de melhorar a postagem da foto acabei deletando tudo. De qualquer forma agradeço a mensagem e respondendo a tua pergunta: a música é do Victor e Léo, Fada Querida, achei na internet uma adaptação para o dia das mães. Abraço.

Outros blogs

Gurias, se tiverem tempo dão uma passeada nos outros blogs,inclusive dos outros pólos, estão ótimos. Abraço.

Turma com a qual trabalho diariamente


A escola que trabalho realizou no último dia 07 uma homenagem para as mães a minha turma e a turma de um colega apresentamos juntos uma música pesquisada na internet. Foi muito legal. Postei a foto que mostra de forma parcial as duas turmas na noite das apresentações.

sábado, 15 de maio de 2010

Vídeos Interessantes

Olá pessoal... Elenquei alguns vídeos que gostaria de compartilhar.





sexta-feira, 14 de maio de 2010

Entrevista com a psicolinguista Emília Ferreiro

Pesquisei na Revista Escola e encontrei uma entrevista concedida pela psicolinguista argentina Emilia Ferreiro a Nova Escola. Recortei alguns fragmentos da entrevista que ela se refere as tecnologias na escola. Espero que tenham tempo para dar um olhada.

Emilia Ferreiro: ''O momento atual é interessante porque põe a escola em crise''

Segundo Emilia Ferreiro, as mudanças tecnológicas e sociais trouxeram maiores exigências ao trabalho de alfabetização

Márcio Ferrari (novaescola@atleitor.com.br)

Leia abaixo a entrevista concedida pela psicolinguista argentina Emilia Ferreiro a NOVA ESCOLA em outubro de 2006. Emilia esteve em São Paulo para participar da 1ª Semana Victor Civita de Educação.

Aqui ela avalia as mudanças ocorridas nas práticas de leitura e escrita nas últimas décadas, como consequência sobretudo das inovações tecnológicas no campo da informática.

As novas tecnologias trouxeram mudanças importantes?
Emilia Ferreiro: Sim, se aceitarmos que o conceito de alfabetização não é fixo, mas uma construção histórica que muda conforme se alteram as exigências sociais e as tecnologias de produção de texto. Os novos meios entram não somente na vida profissional, mas no cotidiano pessoal. Permitem ler e produzir textos e também fazê-los circular de maneira absolutamente inédita. No ano passado a Western Union, empresa que tinha o monopólio dos telegramas nos Estados Unidos, anunciou em sua página da internet que estava extinguindo esse serviço. Os telegramas tiveram muita importância no século 20, anunciando contratações, demissões, nascimentos e mortes - agora simplesmente não existem mais. Vemos então a desaparição de certos gêneros e a aparição de outros. O texto de email, por exemplo, não tem regras definidas. Não é como uma carta formal: podemos dizer se ela está bem escrita ou não, porque há um paradigma claro para isso. Quanto ao correio eletrônico, não. Algumas pessoas começam tradicionalmente, escrevendo "querido fulano", dois pontos, e continuam abaixo. Como se fosse uma carta formal. Muitos começam com "olá" ou mesmo sem nenhuma introdução - vai-se diretamente para o texto da mensagem. Tampouco se sabe como terminar. Alguns põem o nome; outros não, porque já está escrito no cabeçalho. É uma espécie de escrita selvagem. Não está normatizada e se prolifera. É difícil dizer se acabará constituindo um estilo.

No Brasil, os adolescentes criaram todo um código para se comunicar pela internet.
Emilia Ferreiro:
Isso acontece em toda parte; é um fenômeno muito generalizado. Uma vez mais, não sabemos se é uma tendência importante ou se passará sem deixar marcas. O certo é que eles estão fazendo com a escrita um jogo muito divertido. É uma transgressão, mas para isso é preciso conhecer alguma coisa da escrita. Porque afinal alguém tem que receber essa mensagem e ler, ou seja, é preciso dar pistas para ser entendido. Um dado curioso é que o uso generalizado da letra K nesse tipo de mensagem parece quase obrigatório. Acontece também em espanhol, no qual o K é tão raro quanto em português. E também é um recurso das crianças nas fases iniciais da alfabetização. A letra K sempre tem o mesmo som, enquanto a letra C não é confiável, tem muitos sons diferentes. Então as crianças ficam mais seguras usando o K.

O e-mail incentiva a prática da escrita?
Emilia Ferreiro: Acho que sim. Talvez não se leiam tantos livros atualmente, mas há mais ocasiões de praticar a leitura e a escrita do que antes. Quando são feitas pesquisas acerca do comportamento leitor de uma população, a pergunta inevitável é: "Quantos livros leu no último ano?" Os resultados na América Latina costumam ser lamentáveis, mas não se pode tirar imediatamente a conclusão de que, no geral, se lê menos. Certamente a leitura de um livro e do resultado de uma partida de futebol numa página da web não são equivalentes em termos de esforço leitor; são práticas muito diferentes.

Isso pode levar a um maior interesse pela leitura em geral, que acabe se refletindo na leitura de livros?
Emilia Ferreiro: Talvez, mas seguramente não há uma relação de causa e efeito. Na medida em que alguém pratica mais, torna-se mais competente e quem sabe possa atrever-se a outros gêneros, suportes e obras frente aos quais antes tinha uma atitude de rechaço ou temor. O que é importante distinguir é que sob o verbo ler estamos agrupando muitos tipos de leitura e o mesmo vale para o verbo escrever. Pelo lado de quem lê ou escreve, há diversidade de propósitos, de circunstâncias, de tempo de organização. E pelo lado daquilo que se lê e se escreve - ou seja, os gêneros - também há diversidade e deve-se incluir agora os emails, os chats etc. Por isso é tão ambíguo o discurso sobre a introdução das tecnologias no âmbito escolar. O professor não sabe bem o que fazer com ele. Então inventou-se a sala de informática, freqüentada apenas em horários determinados. É uma maneira de não incluir o computador na atividade cotidiana. A introdução dos computadores na escola é mais uma manobra econômica do que uma necessidade pedagógica sentida como tal.

Muitas escolas têm computadores não conectados à internet. Costuma-se dizer que não servem para nada.
Emilia Ferreiro:
Ao contrário, são muito úteis. A escola sempre trabalhou mal a revisão de texto e os alunos sempre odiaram fazê-la, porque num texto à mão as correções deixam um aspecto horrível. E é preciso passar a limpo, voltar a escrever tudo. Com um processador de texto, a revisão se torna um jogo: experimentamos suprimir trechos ou mudá-los de lugar, com a possibilidade de desfazer se não ficar bom. Depois de muitíssimas intervenções, o que temos na tela é um texto limpo, pronto para ser impresso. A revisão é fundamental para
que as crianças assumam a responsabilidade pela correção e clareza do que escrevem. E com o processador de texto elas podem trabalhar também com uma coisa que nunca trabalharam, o formato: largura das linhas, mudanças tipográficas, sublinhamento, manipulação do tamanho das letras etc.

Os computadores podem ser mais um estímulo para a alfabetização?
Emilia Ferreiro:
Nos lugares em que as crianças têm computadores em casa, o fato de haver na escola não fascina muito, embora elas possam descobrir novos usos ao trabalhar em grupos na sala de aula. Mas nas camadas mais desfavorecidas da população os computadores possuem mais atrativos, porque todos sabem que é um objeto muito valorizado socialmente e tem múltiplos usos possíveis. O problema é que os computadores necessitam de suporte técnico e, quando são instalados na escola, ninguém se lembra disso. Portanto, muitas vezes as máquinas estão lá, só que inutilizadas.


quarta-feira, 12 de maio de 2010

Segundo SOARES e ALMEIDA(2005, p.3): Um ambiente de aprendizagem de forma a romper com as praticas usuais e tradicionais de ensino-aprendizagemcomo transmissão e possivilidade do aluno e possibilitar a construção de uma cultura informatizada e um saber cooperativo, com a interação e a comunicação são fontes de construção da aprendizagem.

Esta é minha primeira participação em um Blog, portanto me perdoem se não estiver deacordo.

Encontrei um artigo muito interessante e gostaria de compartilhar.
http://www.flacsoandes.org/comunicacion/aaa/imagenes/publicaciones/pub_95.pdf

terça-feira, 11 de maio de 2010

Interação mediada por computador na sala de aula



Os grupos ou as comunidades possuem diferentes formas de interações. Em uma breve pesquisa no “Google”, especificamente vinculada à interação em sala de aula, descobriu-se que existem diferentes tipos “interações” neste âmbito. Podemos citar estudos mais freqüentes, como as com livro didático, sociais (afetivas), as mediadas por computador, televisão, etc. Todas as “interações” dependem dos significados que lhes são atribuídos e dos paradigmas que as fundamentam em dado momento histórico.
Neste texto, partiremos do pressuposto que interação significa “entre” corroborando com a teoria proposta por Alex Primo em 2003, sob uma abordagem sistêmico relacional da interação mediada por computador.
Primo (2005) nos coloca que existem seis enfoques principais de interação (interatividade) mediadas por computador: o tecnicista, informacional, transmissionista, antropomórfico, mercadológico e a sistêmico relacional, sendo esta última defendida pelo autor.
De acordo com o mesmo, deve-se entender a interação, ou interatividade mediada pelo computador

“a partir de um olhar focado no que se passa entre os interagentes (sem que esse foco recaia exclusivamente sobre a produção, a recepção, ou sobre o canal), (...) (2005, p.13)”.

Existem muitas confusões entre o que é interação ou interatividade atualmente. Essa confusão se deve ao pressuposto da interatividade a partir de um enfoque mercadológico. Conforme esse enfoque, todos os “brinquedos” que respondem a estímulos são interativos. Primo (2005) nos coloca que nesta perspectiva não ocorre nenhum diálogo de conversação, pois as respostas já são pré-estabelecidas, o que então não caracterizaria a interação.

Segundo Morato (2001)

“as práticas interativas produzidas no âmbito escolar, sob os mais diferentes ângulos, têm sido objeto de estudo de vários domínios do saber, como a Pedagogia, a Lingüística, a Psicologia ou a Sociologia. Em cada domínio, a expectativa de entendimento de suas propriedades, características e implicações parece voltar-se à observação dos diferentes sentidos que constituem as interações, ou os que estas provocam, engendram, denunciam, revelam. Além disso, espera-se que a qualidade das interações tenha a ver, de alguma maneira, com os limites e os alcances da escola enquanto instituição, enquanto prática social (p.01)”.

As interações sociais que ocorrem dentro da sala de aula podem ser potencializadas e positivas a partir da interação com o computador. Por se tratar muitas vezes de novidade para alguns, a utilização do computador estreita as relações de diálogo tanto professores/alunos quanto aluno/aluno. Surge entre os envolvidos a ação de cooperação para resolução de problemas. Autores como Lev Vygotsky, acreditam veementemente no ensino como processo social, ou seja, o ensino não ocorre sem as relações sociais entre os envolvidos.
Para Campos (1996) a interação entre professores e alunos na sala de aula se constitui como um dos principais elementos no processo de ensino-aprendizagem, sendo que sua compreensão não apenas facilita este processo como também influi na sua qualidade.
Contrário às interações positivas nas escolas, as negativas, principalmente sociais podem comprometer o processo ensino- aprendizagem. Uma vez que o aluno não consegue relacionar-se com os demais, nem com os professores, a aprendizagem torna-se dificultosa, o que impede a dialética ensino- aprendizagem. Em uma interação negativa, há pouco espaço em sala de aula para a manifestação das idéias dos alunos, uma vez que o padrão de aula geralmente encontrado, é o da exposição pelo professor.
Assim, "quando imaginamos uma sala de aula em um processo interativo, estamos acreditando que todos terão possibilidade de falar, levantar suas hipóteses e nas negociações, chegar a conclusões que ajudem o aluno a se perceber parte de um processo dinâmico de construção (Campos, 1996)".
Referências:
CAMPOS, Luiz Fernando de Lara. Introdução à interação em sala de aula: elementos para compreensão. Psicol. esc. educ., 1996, vol.1, no.1, p.77-79. ISSN 1413-8557.
MORATO, Edwiges Maria. "INTERAÇÃO E SILÊNCIO NA SALA DE AULA": O SILÊNCIO COMO VEICULADOR DE SENTIDO E INTERAÇÃO. Educ. Soc., Campinas, v. 22, n. 77, Dec. 2001 .
PRIMO, Alex. Enfoques e desfoques no estudo da interação mediada por computador. 404NotFound, n. 45, 2005. Disponível em:.

Sala de aula interativa

Encontrei este site com textos e discussões interessantes sobre o que nos propomos nesta disciplina. Não deixem de dar uma espiadinha, sobretudo o texto da Andreia Ramal: O professor do próximo milênio. Abraços
http://www.saladeaulainterativa.pro.br/textos.htm

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Poesia infantil e interação: terrarium Kid de Sergio Capparelli

Se quiserem dar uma olhadinha no texto que fiz para uma disciplina do mestrado da UPF sobre a interação mediada por computador com a poesia, está no link abaixo.

http://www.upf.com.br/seer/index.php/rd/article/viewFile/919/549

Poesia infantil mediada por computador

O trabalho com a poesia destinada para a criança pode ser bem interessante, tanto para o receptor/criança como para o professor quando mediado por computador. O link abaixo é um bom exemplo disto.

http://www.capparelli.com.br/

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Boas Vindas...

Olá pessoal, sejam bem-vindos ao blog da disciplina Interação Mediada por Computador.

Esperamos que a gama de informações disponibilizadas e discutidas ao longo destas tês semanas, neste blog, sejam significativas e possam ser transformadas em conhecimento. Desejamos um bom diálogo para todos!

Giliane e Tarcila